sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Com a ajuda do povo, LBV entrega doações de alimento, kits de limpeza, higiene e fraldas às famílias de Lauro de Freitas



Com a ajuda do povo, LBV entrega doações de alimento, kits de limpeza, higiene e fraldas às famílias de Lauro de Freitas


Durante a pandemia, LBV auxilia famílias de Itinga, Caji, Vida Nova, Portão, Quingoma e Lagoa dos Patos com doações de alimento, kits de limpeza, higiene e fraldas
Nesta quinta-feira, 17, famílias atendidas pela Legião da Boa Vontade em Lauro de Freitas receberam doações de cestas de alimentos, kits de higiene pessoal, de limpeza, frangos, polpas de fruta, fraldas, kits pedagógicos, dentre outros itens. A ação aconteceu de forma segura, respeitando as orientações dos Órgãos de Saúde e beneficiou famílias de Itinga, Caji, Vida Nova, Portão, Quingoma e Lagoa dos Patos, todas integram os programas sociais da entidade. A iniciativa faz parte da campanha SOS Calamidades, que desde o início da pandemia tem mobilizado uma rede de colaboradores e parceiros para arrecadar mantimentos e amparar famílias que vivem em situação de pobreza e estão enfrentando dificuldades ainda maiores, na pandemia, para garantir o alimento à mesa. A Instituição contou com o apoio do Mesa Brasil, Comunidade Cidadania e Vida, Hiper Frango e muitos outros colaboradores que, unindo esforços, fizeram parte dessa Corrente da Solidariedade. A Jaline Santos tem dois filhos atendidos pela LBV, na unidade de Lauro de Freitas e destaca a importância dessas doações nesse período de pandemia: "É uma grande ajuda porque as crianças estão com mais tempo em casa, gastando mais energia e está faltando as coisas, realmente, está faltando além do trabalho pra sustentar o alimento de todos os dias”, ressaltou. Já a Deise de Souza, mãe do Luciano, de 10 anos, também atendido pela unidade no bairro da Itinga agradece a todos os parceiros e colaboradores da Legião da Boa Vontade que fazem acontecer esse trabalho que beneficia ela e tantas outras famílias: “Nessa pandemia a LBV veio mais do que nunca pra transformar. E eu queria agradecer a cada um que ajuda nessa pandemia com doações. Que vocês cada vez mais acreditem na LBV e venham pra somar junto com a LBV e junto com as famílias também”. Na Bahia, a mobilização feita pela entidade já entregou mais de 50 toneladas de doações e a campanha continua para que mais famílias sejam amparadas. Essas doações representam mais do que alimento para mãe Ana Paula Barbosa. “Meu filho Vitor frequenta a LBV há muitos anos e essa cesta é um símbolo de amor pra gente. Acabei de perder meu marido e a gente convivia junto há 8 anos e aqui é um símbolo de amor que vai criar na minha casa. Agradeço por tudo, que continue nos ajudando”. Quem quiser colaborar pode acessar o site www.lbv.org ou se dirigir a uma unidade da LBV. Em Lauro de Freitas, a Instituição está localizada na Rua Prof. Theocrito Batista, s/n, Itinga, anexo ao Centro de Atendimento Integrado à Criança e ao Adolescente (Caic). Informações, ligue: (71) 3288-6149. Pelo endereço @LBV Brasil no Facebook e no Instagram você fica por dentro das ações realizadas pela Instituição nas 5 regiões do país.
Fonte : Nizete Souza / L B V

segunda-feira, 27 de maio de 2019

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sábado, 24 de novembro de 2018

LIVRO JERÔNIMO GOMBÉ E SANTO AMARO DE IPITANGA - Construção da Igreja de Santo Amaro de Ipitanga - Lauro de Freitas


Construção da Igreja de Santo Amaro de Ipitanga - Lauro de Freitas 


Os jesuítas construíram essa igreja de Santo Amaro no século XVII. Segundo padre João Abel esta foi inaugurada no Dia dos Santos Reis, a 6 de Janeiro de 1608 a qual completará ‘‘Quatrocentos anos no ano 2008’’. Desde 1628 já acontecia batizados. Santo Amaro passou 114 anos como capela. Em 1636 foi realizada a primeira missa aqui. Daí chega-nos a confirmação de alguns nativos que avós dos avós, contavam que moradores fundadores do local na época compondo-se de índios, escravos e portugueses ajudaram aos jesuítas na construção da igreja de Santo Amaro, carregando bacias de areia da praia, carregando pedras da praia e do Rio Ipitanga. Segundo antigos os jesuítas quando aqui chegaram fixaram morada num sitio, tendo deixado marcas vivas de sua passagem no qual pusera o nome de Sitio Amaro Santo.
Contam os antigos que o jesuítas construíram a igreja com a frente virada para a praça. Após realizada puseram a imagem de Santo Amaro no altar-mor de frente para a praça. Terminada a missa a igreja fechada, no dia seguinte que abriram a igreja encontraram a imagem de frente para o rio Ipitanga, local onde o santo apareceu. Esse fenômeno aconteceu mais de uma vez chegando os jesuítas a uma conclusão, fazer a frente da igreja para beira do rio. Afirmavam os antigos que naquele tempo existiu aqui um sobrado em frente à igreja, onde morava o Barão de Abrantes. Tais antigos ainda encontraram escombros do sobradinho. Local que depois de muitos anos passou a pertencer à Ana Noronha-Naninha. Quando criança Berenice Leite-Beré foi levada por mais velhos pra ver perto da praia o lugar de onde retiraram pedras para a construção da igreja. Em 1687 a carta foral da Irmandade do Santíssimo Sacramento, foi lavrada foreira no senado da Câmara da Bahia Poder Legislativo.

Teresinha da Gloria Oliveira Magalhães 

LIVRO JERÔNIMO GOMBÉ E SANTO AMARO DE IPITANGA - Santo Amaro de Ipitanga


Santo Amaro


Santo Amaro monge Beneditino, nascido no século VI da era cristã depois de cristo. Habitou em mosteiros, teve vida monástica. Teve grande desempenho pastoral na França e Itália no ano de 584. Foi pastor na igreja Católica Apostólica Romana. Morreu no século L da era cristã. Canonizado a séculos pelo Vaticano. Adotado por Jesuítas Beneditinos em 1578. Escolhido para nomear a primeira Freguesia do Litoral da Bahia. Seu manto é preto e dourado, esse era o hábito da ordem Beneditina da qual ele pertencia. Sua imagem trás na mão direita um cajado, na esquerda uma Bíblia. Muitos fiéis referem-se a Santo Amaro como ‘‘O Velho’’ costume herdado de Antepassados. Na fé cristã, fiéis fazem orações a Santo Amaro para curar dor de cabeça, rouquidão, reumatismo e paralisia. Padroeiro dos Carregadores e dos fabricantes de vela. Segundo o historiador Cid Teixeira, Santo Amaro chamava-se Santo Mauro, talvez por termo linguístico tornou-se Amaro, assim conhecido até hoje.


Aparição
                                                            
Aparições longínquas segundo ancestrais, que vem passando de gerações em gerações, que em tempos bem remotos algumas crianças tomando banho no Rio Ipitanga, Encontraram em meio à Tabatinga e pedras uma imagem grande em madeira, do velho monge Santo Amaro na beira do Rio, nos fundos da casa de hoje Maria do Carmo Leite. Á está Tabatinga branca os artigos davam o nome de Arrelique. As crianças acorreram á adultos para dizer-lhe a descoberta. Os poucos moradores foram ver a imagem. No início o Santo ficou numa casa, a novidade do aparecimento do antigos jesuítas, os quais andavam nas redondezas da Bahia e frequentavam Vila de Abrantes. Os jesuítas mandaram fazer uma réplica em tamanho natural. Quanto a imagem achada, enviaram-na ao Vaticano em Roma.

O Milagre


O local onde o Santo Amaro apareceu virou milagre. Os antigos daqui e de outras redondezas, faziam Romarias ao local levando água milagrosa para casa. Antigos contam que existia ‘‘O MILAGRE’’, local de onde escoava uma água límpida formando um poço, que perdurou por muitos anos. Mas um dia algumas moças desciam para o rio, pararam olhando para o poço, que perdurou por muitos anos. Mas um dia algumas moças desciam para o rio, pararam olhando para o poço todas contemplando-o De repente uma delas disse: essa água está tão cristalina! Que dá vontade de tomar banho! A água do rio era vermelha ferrugem, mas a do milagre era cristalina saída das pedras e Tabatinga à margem do rio. As outras moças bem depressa disseram-lhe: ninguém pode tomar banho aí! Esse é o lugar dos milagres! Mas a tal moça deu um mergulho no poço banhando-se a vontade. As outras ficaram de olhos arregalados sem acreditar no que viam. Quando a moça resolveu sair do poço a água ficou barrenta e nunca mas limpou; depois disso o poço secou e o local dos milagres acabou. Cândido do Carmo pai de Emídio do Carmo e de Plínio do Carmo moradores e donos de hoje é a Prefeitura velha, fez uma casa de farinha nos fundos desta, envarou cobriu com palhas depois pegaram Tabatinga do lugar que foi o milagre para taipar a mesma. Cândido e alguns homens taiparam-na, no dia seguinte a Tabatinga estava toda no chão, deixando Cândido e os amigos confusos. Daí Cândido resolveu taipar pela segunda vez, desta com o sol quente com a Tabatinga menos molhada, por algumas horas a Tabatinga ficou mas no dia seguinte de manhã, lá estava no chão. Com isso Cândido desistiu de usar aquela Tabatinga. Tapou-a com outro barro. A Tabatinga do milagre era de duas cores, no centro de onde a água escoava era branca e ao redor era amarela. Para alguns antigos o milagre era entre a casa de Maria do Carmo Leite e a casa de João Vigia e sua mulher Quixiu, no quintal. Depois de muitos anos João Vigia cercou o lugar onde foi o milagre, mas terceiros fez ele tirar a cerca.

Teresinha da Gloria Oliveira Magalhães

domingo, 29 de outubro de 2017

DIRETOR RESPONSÁVEL DO GRUPO CULTURAL BAMBOLÊ MESTRE ARTÊMIO DA LUZ É HOMENAGEADO COM SUA HISTÓRIA NO CALENDÁRIO 2017 EM LAURO DE FREITAS REALIZADO PELA ALALF



A Academia de Letras e Artes de Lauro de Freitas (ALALF) lançou o calendário oficial do ano de 2017 homenageando Mestres da Cultura Popular da cidade. 
O lançamento aconteceu na UNIME e a iniciativa da ALALF contou com a parceria da Escola Municipal 




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