Edivaldo Ferreira dos Cangaceiros , José Augusto do Arrasta Jegue e Artêmio Luz do Chapéu e Gravata
O Lançamento das Manifestações Juninas de Lauro de Freitas foi um grande sucesso. Com muita comida típica, música, dança e a animação da Banda Brincante do Nordeste.
Muita gente presente : Secretária Márcia Tude , Coordenador Executivo Duzinho Nery da SECULT, Vereadores Lula Maciel, Aline Oliveira e Alexandre Marques, Presidente da Câmara Gilmar Oliveira, o Homem da História professor Gildásio Freitas, ouvidor Geral do Município Pedro Melo, Jorge das Virgens representante da Secretaria do Meio Ambiente do Municipio de Candeias,Blog Saiu no Blog de Marcinho, Produtor Cultural Israel Vieira ( Reizinho), Rita da Loja Morena Bella ,Marcos Ribeiro( Radá) Diretor do Chapéu e Gravata,Cacau Assessor do Vereador Decinho, Déa Franco Assessora de Fausto Franco,Juninho Oliveira de Caca Leão, Presidente da Associação Carnavalesca Bel Araujo, Lynn Filippucci representante da Mac Ong , Empresaria Fátima da SASU Roupas, Produtora Zene Luz,Empresario Roberto Silva e muitas lideranças culturais. No Final da Festa todos a favor das manifestações no São João 2013 em Lauro de Freitas.
Pesquisadores das universidades de Stanford, de Bristol, da UC San Francisco e do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária acabam de publicar um relatório na revista Science com uma conclusão, no mínimo, surpreendente: o cabelo loiro de alguns habitantes da Melanésia, na Oceania, é uma variação natural. Antes, os cientistas acreditavam que tal fenômeno se dava por algum fator externo, como exposição ao sol ou uma dieta rica em peixe, comum na região.
O grupo recolheu saliva e pigmentação do cabelo de 1000 moradores das Ilhas Salomão. O material comprovou que a variação é nativa, sendo, portanto, diferente da que é responsável pelo cabelo loiro do norte europeu. Os resultados atraíram a curiosidade de diversos membros da comunidade acadêmica. Um dos pesquisadores envolvidos no estudo, Sean Myles explica que o gene TYRP1 é exclusivo aos melanésios.
“Cabelos loiros, portanto, surgiram pelo menos duas vezes durante a evolução humana: uma vez nos ancestrais europeus e outra vez no extremo oposto da terra, nos ancestrais melanésios. Isso representa um fascinante exemplo de evolução convergente: quando o mesmo resultado (cabelo loiro) é realizado por diferentes meios (variantes genéticas independentes)", frisa o professor da Dalhousie University.
Resultados teriam impacto na saúde global
Ainda de acordo Myles, em um texto publicado no blog dele nesta sexta-feira, tal descoberta amplia a área de atuação da pesquisa genômica médica - que, segundo ele, concentra-se quase que exclusivamente sobre as populações de origem europeia.
"Gastamos bilhões de dólares em busca de genes subjacentes a determinadas doenças em uma pequena fração da diversidade humana, que se concentra em países ricos. Variações, como a encontrada na Melanésia, provavelmente existem em todo mundo, em populações sub-representadas. E isso não afeta apenas a pigmentação do cabelo, mas também em traços relacionados a doenças. Num futuro da medicina personalizada, onde os médicos irão analisar as sequências genéticas dos pacientes para criar drogas sob medida, os indivíduos de origem europeia seriam mais beneficiados" acredita o pesquisador.











































