por David Mendes / Rodrigo Lago

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Segundo a mitologia grega, Momo foi expulso do Olimpio porque tinha como diversão ridicularizar as outras divindades. Ao aparecer inusitadamente em Salvador, mais especificamente na Assembléia Legislativa da Bahia – onde mais de 200 policiais grevistas estão acampados desde a semana passada - o Rei Momo, símbolo do Carnaval, parece também achincalhar de todos os personagens do movimento: policiais, oficiais do exército, jornalistas, autoridades. No entanto, Dilcinho da Bahia, que já foi Rei Momo de Feira de Santana, não tem a mesma característica do personagem grego. A idéia, de acordo com ele, é emanar a paz e, também, lembrar que restam poucos dias para a realização da “maior festa popular do planeta”. “Fico aqui até a greve acabar”, garantiu. Até lá, caso o imbróglio não acabe, quem vai abrir o carnaval?
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